Fiscalização da verdade – Das fraudes às traições
- Doutrina Espirita
- 06/04/2026
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Orson Peter Carrara
O primeiro parágrafo traz a seguinte advertência:
“Interessado em desfrutar vantagens transitórias no imediatismo da existência terrestre, quase sempre o homem aspira à galhardia de apresentação e a porte distinto, elegância e domínio, no quadro social em que se expressa; entretanto, conduzido à Esfera Superior, pela influência renovadora da morte, identifica as próprias deficiências, na tela dos compromissos inconfessáveis a que se junge, e implora da Providência Divina determinados favores na reencarnação, que envolvem, de perto, o suspirado aprimoramento para a Vida Maior.”
Na sequência, encontramos uma série de situações de delitos:
- cientistas famosos, a emergirem da crueldade;
- políticos hábeis, que abusaram das coletividades a que deviam proteção e defesa;
- administradores dos bens públicos que não hesitaram em esvaziar os cofres do povo, a favor da economia particular;
- criminosos que brandiram armas contra os semelhantes;
- suicidas que menosprezaram as concessões do Senhor, atendendo a deploráveis caprichos;
- tribunos da desordem;
- artistas que se aviltaram, arrastando emoções alheias às monstruosidades da sombra;
- caluniadores eminentes, que não vacilaram no insulto ao próximo;
- desportistas eméritos e bailarinos de prol, que envileceram os dons recebidos da Natureza;
- traidores que expuseram corações respeitáveis, no pelourinho da injúria;
- mulheres que desertaram da excelsa missão feminina, a se prostituírem na preguiça e na delinquência;
- expoentes da beleza e da graça que corromperam a perfeição corpórea, convertendo-a em motivo para transgressões lamentáveis;
Para cada citação acima, na sequencia imediata, temos a requisição que fizeram após a constatação dos próprios equívocos. Pois, como transcrito acima no primeiro parágrafo, quando “(…) conduzido à Esfera Superior, pela influência renovadora da morte, identifica as próprias deficiências, na tela dos compromissos inconfessáveis a que se junge, e implora da Providência Divina determinados favores na reencarnação (…)”.
Conclui o autor: “(…) consciências, que hoje somos, abertas à fiscalização da Verdade, com a obrigação de conhecer em nós mesmos a ulceração da treva e a carência da luz.”
Sugiro, todavia, ao leitor, busque o texto na íntegra, para verificar as solicitações feitas pelos protagonistas daqueles delitos. O que pedem? Como se acertam perante si mesmos? Como renascerão no futuro para se aliviarem dos dramas que criaram em si mesmos. No link abaixo o leitor tem acesso ao texto integral.
O texto é de Emmanuel, está no capítulo 26 – Na Terra e no Além, constante do livro Religião dos Espíritos (ed. FEB). E aqui o link para você ler o que pedem esses transgressores da Lei: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Rde/Rde26.htm




